Cubanos são ameaçados por Trump e Raul Castro terá de se curvar para manter o que Obama conquistou, veja…

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, aproveitou a ocasião da morte do líder comunista Fidel Castro, no último sábado (26), para informar que poderá rever o acordo para retomada das relações diplomáticas entre Washington e Havana. Em agosto, depois de mais de 54 anos fechada, a embaixada dos EUA em Cuba foi reaberta como parte do acordo diplomático assinado entre os presidentes Barack Obama e Raul Castro.

Trump se referiu a Fidel Castro como um “ditador brutal que oprimiu seu povo por quase seis décadas” e afirmou que espera que a morte de Fidel “marque o início do fim dos horrores” e prometeu fazer de tudo “para garantir que o povo cubano caminhe para a prosperidade e a liberdade”.

“Se Cuba não estiver disposta a fazer um acordo melhor para o povo cubano, o povo cubano-americano e os EUA como um todo, vão terminar o acordo”, avisou Truimp.
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As declarações de Trump deixaram o líder cubando Raul Castro sem chão, dizem analistas e estudiosos da política Cubana. Na prática, o novo presidente americano já deu o tom sobre as condições para manter os acordos firmados por Obama. Democracia, liberdade de expressão e direitos iguais para o povo cubano.

Todos os avanços nas relações dos Estados Unidos com Cuba podem ser creditados a Barack Obama, mas também podem ser debitados por Donald Trump. Obama, através de sua prerrogativa como presidente, conseguiu avançar nas relações com Cuba apenas através das chamadas “Ordens executivas” que não precisam de interferência ou aprovação do Congresso Americano

Como presidente, basta que Trump revogue todas as “Ordens executivas” determinadas por Obama. Isto significa que Trump por, quando bem entender, romper o acordo econômico, romper relações diplomáticas, recolocar cuba na lista de países que apoiam narcotraficantes e terroristas, enfim. Reverter tudo que foi feito por vontade expressa de Obama, sem a interferência do Congresso Americano. E mesmo que Trump precisasse de aprovação do Congresso para alguma mudança, ele já tem o apoio da maioria dos parlamentares.

Raul Castro terá que se curvar perante as imposições de Trump, caso queira manter as conquistas obtidas ao longo de seus 8 anos a frente do comando da ilha.

(Via Redação)

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